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Reza a
história que era uma Maio quente, aquele em que
nasci.
Estávamos em 1978 e, desse tempo, nem uma foto conta
a história... Muitos anos haveriam de passar até ter
uma máquina fotográfica nas mãos, e senti--la como
instrumento de alma cujo corpo não passa de um apoio
que a sustenta... Aconteceu em 2005. Continua hoje.
Continuará amanhã.
O
percurso é modesto, mas feliz. Com formação
profissional distante da fotografia, caminho com
amadorismo confesso, participando em diversos sites
da área e fazendo do imenso prazer em fotografar, o
principal motor de aprendizagem desta escrita com
luz.
Cada
disparo é um pedaço de mim. O que penso. O que digo.
Bem
hajam.
Hugo
Dias Freire Machado (H.D.F.M.). |